domingo, 16 de agosto de 2009

Eu choro, e você?

Sou manteiga derretida. Choro em filmes bobinhos, hoje à tarde mesmo chorei vendo aquele "Ligeiramente Grávidos", um bobeirol bonitinho.
Chorei muito, de soluçar, no final do último livro que eu li, "A menina que roubava livros". É sobre a segunda guerra e os horrores que a espécie humana é capaz de fazer com seus iguais - aliás, acho que a espécie humana é a única na fase da Terra a considerar os da sua própria linhagem como desiguais. Pois é, terminei esse livro há mais de uma semana e não tenho nenhum outro pra engatar, alguém tem uma dica?
Chorei hoje, cansada de ouvir meus dois meninos brigarem, o Léo fazer birra e o Arthur reclamar, choramingando por qualquer coisa. Quem acha que a maternidade é um mar de rosas eterno, que atire a primeira pedra.
Às vezes eu choro de amor também, e essa é a melhor parte de ser chorona. "Eu chorava de amor, e não porque sofria...", já dizia Herbert Vianna. Choro também de amor, e muito, vendo meus meninos. Essa é a delícia da maternidade, que eu vou te confessar, ainda não inventaram nada melhor.
Quem quiser ver algumas dessas coisas que me fazem chorar de amor, que entre aqui.

4 comentários:

Socorro Bezerra disse...

Adriana,

Um livro que gostei muito foi "A distância ente nós" de Thrity Umrigar.

ana disse...

Eu tb chorei qdo li esse livro. Triste realidade

Flor disse...

Eu também choro... e muito! Pelas mesmas coisas que você. Meu motivo preferido: Amanda.

PS: Quero só ver alguém me vencer no choro após assistir Titanic.

Isabella disse...

Adriana, se vc lê em inglês, não deixe de lre The Seamtress da brasileira Frances de ontes Peebles. É maravilhoso, passado em Recife dos anos 30.

bjs,