domingo, 30 de novembro de 2008

Não apenas lágrimas

Nós podemos fazer algo mais do que chorar por aqueles que perderam tudo nas enchentes em Santa Catarina... Existem vários postos de arrecadação, geralmente postos da PM, aqui em Brasília. Eu naõ sei como é a logística disso tudo e sempre fico na dúvida se é melhor doar em dinheiro ou comprar mantimentos e enviar... Mas preferi acreditar que os responsáveis pelas contas da Defesa Civil de Santa Catarina farão o que deve ser feito com o dinheiro das contas de doações... Então, qualquer dinheiro é bem-vindo. Aí vão as contas que eu consegui no site do governo do Estado.

A Defesa Civil catarinense abriu duas contas bancárias para receber doações em dinheiro para ajudar as pessoas atingidas pelos desastres naturais. O dinheiro servirá o Fundo Estadual da Defesa Civil, pelo CNPJ - 04.426.883/0001-57.

Os interessados em contribuir podem depositar qualquer quantia nas contas:

Banco do Brasil - Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7.
Banco/SICOOB SC - 756 - Agência 1005, Conta Corrente 2008-7
Caixa Econômica Federal - Agência 1877, operação 006, conta 80.000-8
BESC – Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0.
Bradesco S/A - 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1
Itaú S/A - 341, Agência 0289, Conta Corrência 69971-2
SICREDI - 748, Agência 2603, Conta Corrente 3500-9
SANTANDER - 033, Agência 1227, Conta Corrente 430000052

* Todo dinheiro arrecado será utilizado para compra de mantimentos para os desalojados.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Meu níver

Na manhã do meu aniversário, fomos tomar "petit dejeuner" no Daniel Briand... Parfait!
A família se aprontando para sair pra reunião na pizzaria Baco...
Meus pais e meu primo David, direto de Manaus...


Minhas irmãs, Alba e Ana (com a Helena no barrigão), meu sobrinho Rafa e o cunhado Fred.

Fotos do níver







domingo, 23 de novembro de 2008

36 anos

"Hoje eu sinto que cresci bastante
Hoje eu sinto que estou muito grande
Sinto mesmo que sou um gigante
Do tamanho de um elefante

É que hoje é meu aniversário
E quando chega meu aniversário
Eu me sinto bem maior, bem maior, bem maior, bem maior
Do que eu era antes "

(Aniversário: Paulo Tatit/ Luiz Tatit )

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

domingo, 9 de novembro de 2008

Apartamento de revista

Isso que vou contar já aconteceu há alguns dias, mas esperei o sangue baixar para contar aqui.
Um dia, o porteiro do prédio veio dizer que uma vizinha tinha reclamado do barulho e da bagunça das babás e das crianças embaixo do prédio. Meu sangue subiu, e olha que eu estava com febre, interfonei na hora para a mulher. Ela não estava. De noite, ela me retornou. Gente, quem me conhece sabe que sou estourada, mas falei duro, mas sem gritar e sem perder a educaçaõ.
A mulher insistia em dizer: "se a senhora ouvisse o que elas falavam, também ficaria horrorizada como eu..." Eu respondia: "minha senhora, eu desço com meus filhos quase todos os dias, converso com as babás e sei muito bem o barulho que babás e crianças fazem. E não fico nem um pouco horrorizada."
Ela disse: "A senhora vai concordar comigo que aquele tanto de babá e criança embaixo do prédio dificulta a passagem dos moradores." Eu fiquei p. mas respondi calmamente: "A senhora passa embaixo do prédio? porque eu nunca vejo ninguém, as pessoas aqui estacionam o carro na garagem e sobem para o apartamento, só quem aproveita o prédio são as crianças (ela mesma, tinha escutado o barulho da garagem e resolveu subir para reclamar). E meus filhos vão continuar brincando e correndo e jogando embaixo do prédio. Não sei se a sra. ouviu falar em Lúcio Costa, o homem que criou Brasília. A intenção das superquadras era incentivar o convívio da comunidade, e os prédios são abertos, sem grades, justamente por causa disso. Meus filhos vão continuar convivendo com os amigos DA QUADRA TODA embaixo do prédio. É isso que Lúcio Costa imaginou para Brasília e é nisso que eu acredito. O prédio não é algo para mostrar numa revista de decoração, é um lugar vivo, feito para as pessoas viverem."
Cara, a mulher ficou transtornada, tanto que me ligou de novo nesse dia. Soube que chorou. As pessoas estão acostumadas a viver no seu mundinho e pensam que tudo é uma revista Cláudia. Eu nunca quis ter casa de revista, prefiro ter a casa bagunçada, indicando que pessoas vivem e aproveitam o ambiente. Tem um pessoal elitista do meu prédio que é um pé no saco, preconceituoso e pensa que é muita coisa porque tem um Audi na garagem. Que perspectiva de vida é essa?

terça-feira, 4 de novembro de 2008

A genética

Tosse tosse tosse tosse. Desde a semana passada, essa é a rotina do Léo. No sábado, ele foi à emergência, onde a médica não conseguia nem mesmo analisar um RX de pulmão sem laudo. Uma maravilha. O laudo não deu pneumonia, mas a tosse não parou. Ontem fui levar o Tutu no retorno da pneumo e resolvi levar o Léo... Fiquei triste quando ela me disse que ele estava com bronquite. O Tutu teve a primeira crise aos 9 meses, seguidas de vááárias outras, algumas bem brabas. E o Léo teve a sua primeira agora, com 1 ano e 2 meses. Estou AR-RA-SA-DA. A genética falando forte, e me mostrando o que vem por aí. Aliás, essa casa está num ciclo de doença, quando um acaba, o outro começa, agora é o Bruno e o Léo, o Tutu está voltando a tosse e semana passada era eu com sinusite. Que coisa...